A antecipação do mês sagrado é um excesso de incredulidade, com que são desviados, ainda mais, os incrédulos; permitem-no num ano e o proíbem noutro, para fazerem concordar o número de meses feitos sagrados por Deus, de maneiraa tornarem lícito o que Deus vedou. Suas más ações os iludiram. Sabei que Deus não guia os incrédulos.
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Realmente, diferir la inviolabilidad de un mes a otro, es un acto más de incredulidad con el que se extravían los que no creen. Un año lo declaran lícito y otro inviolable, para hacerlo coincidir con el número de meses que Allah ha establecido como inviolables.Y así hacen lícito lo que Allah hizo inviolable.Se les ha embellecido la maldad de sus acciones, pero Allah no guía a la gente incrédula.
An-Nasī’ (النسيء): o adiamento ou alteração da santidade de um dos meses sagrados para outro mês, prática que os árabes da era pré-islâmica realizavam por conveniência, especialmente para permitir combates em meses que originalmente eram sagrados.
Ziyādah fī al-kufr (زيادة في الكفر): um acréscimo de incredulidade sobre a incredulidade já existente, pois cada ato de desobediência e distorção da lei divina aprofunda o desvio.
Yuwāṭi’ū (يواطئوا): concordar ou ajustar, ou seja, fazer coincidir o número de meses sagrados com o que Deus determinou, embora alterando quais meses são considerados sagrados.
Interpretação da Nobre Mensagem:
Este versículo aborda uma prática corrupta dos árabes antes do Islam: eles manipulavam a contagem dos meses sagrados (Dhul-Qa'dah, Dhul-Hijjah, Muharram e Rajab) para satisfazer seus interesses bélicos e econômicos. Quando desejavam lutar em um mês sagrado, declaravam-no comum e transferiam sua santidade para outro mês do ano, como um mês comum que passava a ser tratado como sagrado. Assim, mantinham o número de quatro meses sagrados, mas alteravam suas identidades, violando a ordem divina.
O versículo deixa claro que essa prática é um acréscimo à incredulidade, pois representa uma rebeldia contra a lei de Deus e uma tentativa de remodelar a religião conforme os caprichos humanos. O diabo embeleza essas ações malignas aos olhos dos incrédulos, fazendo-os acreditar que estão agindo corretamente, quando na verdade estão se afastando ainda mais da orientação divina. Deus, por Sua justiça e sabedoria, não guia aqueles que persistem na incredulidade e na corrupção da verdade.
Lições e Benefícios Extraídos do Versículo:
A inviolabilidade da lei divina: Este versículo ensina que os decretos de Deus, como a santidade dos meses sagrados, não podem ser alterados por interesses humanos. O muçulmano deve submeter-se integralmente à vontade de Deus, sem tentar adaptar a religião às suas conveniências.
A gravidade da manipulação religiosa: Alterar os preceitos divinos, mesmo que aparentemente para benefício próprio, é um ato grave que aumenta o afastamento de Deus. A sinceridade na fé exige respeito absoluto aos limites estabelecidos pelo Criador.
A astúcia do diabo: O versículo alerta que o diabo embeleza as más ações, fazendo o ser humano enxergar o erro como acerto. Isso convida o crente a buscar sempre o conhecimento autêntico da religião e a refletir antes de agir, para não cair em armadilhas sutis.
A misericórdia de Deus na orientação: Deus guia aqueles que buscam a verdade com sinceridade e humildade. A falta de orientação para os incrédulos persistentes é uma consequência justa de sua própria escolha de rejeitar a luz divina.
A preservação da unidade e da ordem: A prática do *nasī’* causava confusão e conflitos entre as tribos. O Islam veio para estabelecer ordem e justiça, mostrando que a obediência aos decretos divinos é o caminho para a harmonia social e espiritual.
A antecipação do mês sagrado é um excesso de incredulidade, com que são desviados, ainda mais, os incrédulos; permitem-no num ano e o proíbem noutro, para fazerem concordar o número de meses feitos sagrados por Deus, de maneiraa tornarem lícito o que Deus vedou. Suas más ações os iludiram. Sabei que Deus não guia os incrédulos.
No dia em que tudo for fundido no fogo infernal e com isso forem estigmatizadas as suas frontes, os seus flancos e assuas espáduas, ser-lhes-á dito: eis o que entesourastes! Experimentai-o, pois!
Para Deus o número dos meses é de doze, como reza o Livro Divino, desde o dia em que Ele criou os céus e a terra. Quatro deles são sagrados; tal é o cômputo exato. Durante estes meses não vos condeneis, e combatei unanimemente osidólatras, tal como vos combatem; e sabei que Deus está com os tementes.
A antecipação do mês sagrado é um excesso de incredulidade, com que são desviados, ainda mais, os incrédulos; permitem-no num ano e o proíbem noutro, para fazerem concordar o número de meses feitos sagrados por Deus, de maneiraa tornarem lícito o que Deus vedou. Suas más ações os iludiram. Sabei que Deus não guia os incrédulos.
Ó fiéis, que sucedeu quando vos foi dito para partirdes para o combate pela causa de Deus, e vós ficastes apegados àterra? Acaso, preferíeis a vida terrena à outra? Que ínfimos são os gozos deste mundo, comparados com os do outro!
Se não marchardes (para o combate), Ele vos castigará dolorosamente, suplantar-vos-á por outro povo, e em nadapodereis prejudicá-Lo, porque Deus é Onipotente.
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